Nova York – Estátua da Liberdade e Ellis Island

Símbolo maior da cidade de Nova York e, muito provavelmente, o símbolo mais conhecido dos Estados Unidos, a “Lady Liberty” (Dama da Liberdade), como é carinhosamente chamada pelos norte-americanos, foi presente da França ao povo americano, em ocasião do centenário dos Estados Unidos em 1876. Devido a problemas financeiros de ambas as nações, a estátua ficou pronta apenas em 1881 e foi inaugurada somente cinco anos depois, dia 28 de outubro de 1886.

Lady Liberty, como é carinhosamente chamada pelos americanos

Com medidas que impressionam – o monumento de 93 metros, pesa 225 toneladas, tem 46,50 metros de altura da base até a tocha e um pedestal que mede 46,90 metros. Apenas suas mãos medem imponentes 5 metros! – a Estátua da Liberdade foi declarada Patrimônio da Humanidade pela ONU em 1984.

Estátua da Liberdade e suas medidas que impressionam!

Além de ser símbolo de independência e democracia para os norte-americanos, a “Lady Liberty”carrega consigo outros simbolismos: a placa que a estátua traz na mão, carrega a incrição em numerais romanos para 4 de julho de 1776, dia da Independência dos Estados Unidos; os sete raios da coroa representam os sete mares do mundo e os sete continentes e as 25 janelas representam as 25 pedras preciosas encontradas na terra.

Pose clássica...rsrsrsrs

Embora seja possível de avistar a “Lady Liberty” de diferentes pontos da cidade, especialmente do Battery Park, para se ter a real dimensão deste monumento é necessário chegar mais perto. Para tanto, existem duas opções: O Staten Island Ferry, que circula entre Manhattan e Staten Island, com saídas a cada 30 minutos durante o dia e a cada 1 hora no período da noite, oferece uma vista muito bacana do Porto de Nova York e da Estátua da Liberdade. O melhor de tudo? Esse “tour” é gratuito! Chegando em Staten Island, desça do ferry e pegue o próximo para retornar a Manhattan.

Staten Island Ferry chegando em Manhattan

Outra opção, mais completa, porém, um pouco mais “salgada”, é pegar o Statue of Liberty & Ellis Island Ferry no Battery Park. O ingresso custa U$ 13,00 e permite visitar duas atrações – Estátua da Liberdade e Ellis Island. Compre o ingresso antecipadamente na internet ou, se tiver o City Pass ou o New York Pass, passe na bilheteria do Castle Clinton no Battery Park para pegar seu ingresso. Caso não tenha ingresso é bom chegar cedo e contar com a sorte, pois, as filas são grandes e são poucos os ingressos disponibilizados na bilheteria para o dia. Para valores atualizados e maiores informações acesse o site. Vale lembrar que todos passam pela segurança antes de entrar no ferry, portanto, é bom ficar atento ao que você carrega na mochila/bolsa. Aliás, desde os ataques terroristas de setembro de 2001, a segurança foi altamente reforçada, tanto nas ruas quanto na entradas dos monumentos e atrações.

Barco da Statue Cruises, tour que leva até a Estátua da Liberdade e a Ellis Island

Chegando à Liberty Island, é possível apreciar de perto o monumento. Para uma vista panorâmica do Porto de Nova York, suba até o 16º andar, no alto do pedestal. O museu mostra a tocha original, que precisou ser substituida em meados dos anos 1980. De resto, aproveite para tirar muitas fotos, afinal, não é todo o dia que ficamos aos pés da Estátua da Liberdade.

Estátua da Liberdade e Manhattan ao fundo

Seguindo viagem com o Statue of Liberty & Ellis Island Ferry é possível visitar a histórica Ellis Island. Considerada uma das principais atrações de Nova York, Ellis Island, é um  memorial aos mais de 12 milhões de imigrantes que chegaram aos Estados Unidos entre 1892 e 1954. Estima-se que pelo menos 40% da população do país seja descendente de pessoas que por aqui passaram. Depois de permanecer fechada por um longo período, a ilha, passou por uma grande restauração e, em 1990, foi inaugurado este belo museu que merece ser visitado.

A Histórica Ellis Island

A história dessa pequena ilha é bastante triste, para muitas pessoas, até hoje, pois, carrega a história de seus antepassados. Em 1892 a Ellis Island substituiu o Caslte Clinton em Manhattan como Centro de Controle de Imigrantes Recém-chegados. Os passageiros que vinham nas primeira e segunda classes dos navios, por terem mais posses, eram colocados em acomodações mais confortáveis, enquanto os que vinham em alojamentos mais baratos ficavam instalados na ilha, em condições nada agradáveis, onde passavam por diversos exames e interrogatórios. Caso apresentassem algum sinal de problemas fisicos, mentais ou até mesmo morais, eles eram despachados de volta à sua terra natal. A pressão e o desgaste pelos quais os imigrantes passavam eram tão fortes que Ellis Island ficou conhecida como Ilha das Lágrimas.

Um lugar repleto de história

Na Ellis Island merecem destaque a Ellis Island Immigration Experience, que divide-se em Family Histories, que narra a história de seis americanos traçando a busca pelos seus ancestrais. E The Peopling of America Exhibit, que apresenta uma “linha do tempo”sobre a história da imigração, apresentando as razões que levavam as pessoas a cruzar o oceano, seus costumes, cultura, além da culinária desses imigrantes.

Um ponto bem interessante deste museu é o American Family Immigration History Center, onde é possível pesquisar se os antepassados, de qualquer pessoa, passaram pela Ilha. A Registry Room, um imponente salão onde os imigrantes eram examinados pelos médicos, que buscavam neles doenças físicas e/ou mentais, também merece destaque.

Registry Room

Há ainda a Treasures from Home, uma exposição que exibe mais de mil peças, como roupas, fotografias, jóias, acessórios, dentre outros, doadas pelos imigrantes e seus descendentes, além da American Immigration Wall of Honor, um monumento, que se localiza do lado de fora do prédio, com a inscrição de mais de 700 mil nomes de imigrantes, cujo os descendentes fizeram doações ao Ellis Island Restoration Project.

Treasures from Home

American Immigration Wall of Honor

Seriam parentes?

Reserve pelo menos duas horas para visitar cada uma dessas atrações. Se for sua primeira visita à Nova York, não deixe de ver de perto esse impressionante monumento que é a Estátua da Liberdade e, tenha em mente que a Ellis Island é uma verdadeira aula de história sobre a Imigração dos Estados Unidos e que pode ser uma experiência tocante, especialmente para quem tem antepassados imigrantes e conhece suas histórias.

E você, já conhece ou pretende conhecer essas atrações? O que achou delas?

 

 

 

 

 

 

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Nova York

Nova York, a cidade mais populosa dos Estados Unidos, tem pouco mais de 8 milhões de habitantes. Por ficar localizada no estado homônimo, a cidade costuma ser chamada de New York City (Cidade de Nova York), nome que usualmente é abreviado para NYC. Embora a cidade seja chamada de diversas maneiras, certamente o apelido mais conhecido e mais usado para se referir a Nova York é “Big Apple” (grande maçã).

Lady Liberty, como é carinhosamente chamada pelos americanos

Ao contrário do que muita gente pensa, New York City não é sinônimo de Manhattan. Embora seja lá que se encontram grande parte das atrações turísticas da cidade. A grande Nova York é composta por cinco boroughs, que são distritos ou divisões administrativas da cidade. Além da mais famosa e conhecida Manhattan, a cidade é formada por outros quatro distritos: Brooklyn, Bronx, Queens e Staten Island.

Manhattan vista do Brooklyn

Nova York é uma cidade única, segunda cidade mais rica do mundo (perdeu o posto de primeira recentemente para Tóquio no Japão), mas certamente a mais influente do planeta em diversos aspectos; centro internacional de diversão, moda, artes e finanças. Sede da Organização das Nações Unidas  – ONU – a cidade tem uma diversidade cultural e étnica que impressiona os mais desavisados. É aqui que se encontra a maior diversidade linguística do mundo, com mais de 800 diferentes idiomas falados em seu território.

A cidade oferece alternativas para todos os gostos, com excelentes opções de compras, teatros e salas de concerto, bares e boates que fazem da vida noturna de Nova York uma das mais animadas do mundo. A cidade conta ainda com excelentes museus, belíssimos parques e jardins, restaurantes dos mais variados tipos e qualidade excepcional, eventos esportivos durante o ano todo e muito mais. É aqui também que fica Wall Street, a mais famosa bolsa de valores do mundo. Além de ter opções para todos os gostos há também opções para todos os bolsos! Embora a cidade tenha a fama (com razão) de ser cara, é possível sim, conhecer e aproveitar a “Big Apple” com um orçamento mais apertado.

Nova York....a cidade que oferece opções para todos os gostos!

Localizar-se em Nova York é fácil, embora pareça um pouco confuso na primeira impressão. Grande parte de Manhattan é um grande quadriculado de ruas simétricas e paralelas, ao norte da 14th street, as ruas são todas assim. Para você se orientar é importante saber que, via de regra, as avenues (avenidas) atravessam a cidade no sentido norte – sul e as streets (ruas), cruzam a cidade no sentido leste-oeste. As avenues normalmente tem nomes e as ruas são numeradas. As coisas começam a se complicar abaixo da 14th street, essas foram as primeiras a serem organizadas e, por isso, seguem um sistema casual, onde as ruas estreitas repletas de voltas e curvas, tem nomes no lugar dos números. Um pouco mais complicado, mas nada com o que se preocupar.

Ilha de Manhattan

A cidade é dividida por regiões: Downtown (“cidade baixa”, sul da Ilha), Midtown (parte central) e Uptown (“cidade alta”, parte norte da Ilha). Alguns ainda chamam a região do extremo sul de Manhattan de Lower Manhatan. Cada uma das regiões é dividida em diversos bairros, cada um com suas características e atrações!

Downtown é a região mais ao sul da Ilha de Manhattan e a primeira região a se desenvolver em Nova York. Era aqui que se instalaram grande parte dos imigrantes que chegavam aos Estados Unidos através da Ellis Island. Nesse pedaço mais meridional da Ilha localizam-se os seguintes bairros:

Distrito Financeiro (Lower Manhattan): Região mais antiga da cidade, ancorada pela Wall Street e pela Bolsa de Valores de Nova York (a maior bolsa de valores do planeta), atua como capital financeira do mundo, é aqui que se encontra a escultura de Arturo di Modica (1989) Charging Bull, o famoso touro de Wall Street. Lower Manhattan engloba ainda o Battery Park, South Street Seaport e a City Hall Area. Neste região ficava World Trade Center, que foi destruído nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, atualmente chamado de Ground Zero (Marco Zero), onde estão sendo construídas as novas torres. É daqui também, a partir do Battery Park, no extremo sul de Manhattan que partem o Staten Island Ferry (um passeio gratuíto pelo porto, de onde se tem uma vista bacana, embora distante da Estátua da Liberdade) e os tours de ferryboat que permitem descer na Liberty Island e ver de perto a “Lady Liberty” como é carinhosamente chamada pelos americanos, além de parar na Ellis Island, um belo e histórico memorial aos 12 milhões de imigrantes que chegaram aos Estados Unidos entre 1892 e 1954.

Ground Zero

TriBeCa: O nome significa Triangle Below the Canal (Triângulo abaixo do Canal). Esse bairro tem como limites a Canal Street, a Broadway e o rio Hudson. Antigamente um distrito industrial dominado por velhos armazéns, passou por uma grande revitalização. Hoje os galpões foram convertidos em lofts e novos negócios surgiram mudando totalmente o perfil da região. É uma boa região para encontrar bares descolados e ótimos restaurantes.

Chinatown: Localizado ao leste de TriBeCa, um bairro extenso e muito povoado. Abrigou e ainda abriga imigrantes da China, Hong Kong, Taiwan, Coreia e Vietnã além de outros países asiáticos. Assim que você começar a ver letreiros escritos em chinês, patos pendurados nas vitrines e muita gente nas ruas, pode ter certeza, você chegou a Chinatown. Aqui é o paraíso das compras baratas! Certamente é aqui que os turistas encontram as maiores barbadas em termos de compras e de restaurantes. Em função do enorme fluxo de pessoas pelas ruas, é sempre bom ficar mais atento aos seus pertences quando estiver andando por aqui.

Little Italy: O que antes era um grande bairro repleto de imigrantes italianos, hoje não passa de duas quadras da Mulberry Street, devido ao expansivo crescimento de Chinatown. Embora alguns descendentes de italianos ainda se esforcem e reúnam suas famílias em festas locais, Little Italy hoje é muito mais um “pega” turista com algumas lojas, gelaterias onde ainda é possível tomar um autêntico gelato italiano e restaurantes caros que muitas vezes deixam a desejar.

Little Italy

Lower East Side: Localizado ao leste de Chinatown e Little Italy, esta é uma área histórica, destino da maioria dos imigrantes que chegavam a Nova York, depois de passarem pela Ellis Island. Grande parte das construções que se vê por aqui, foram construídas exclusivamente para receber os imigrantes, entre 1840 e 1930. Esse bairro na virada do último século chegou a ser a área mais povoada do mundo, com uma média de 12 pessoas por apartamento! O que se vê hoje é um bairro que mistura o antigo com o moderno, com seus restaurantes, bares, lojas de designers, dentre outros atrativos. Atualmente este é um dos melhores pontos para compras baratas em Nova York, inclusive aos domingos, porém nos sábados o comércio é fechado por aqui.

SoHo: O nome significa South of Houston (ao sul da rua Houston), e se estende dela até a Canal Street ao sul, e vai da West Broadway, no Oeste até a Lafayette Street, no leste. O bairro teve origem no século 19, como distrito industrial, com prédios que faziam uso de estruturas de ferro fundido (um dos motivos pelo qual é conhecido até hoje), Na década de 70, com desenvolvimento estagnado e bastante decadente, os aluguéis despencaram, dando oportunidade aos pintores e escultores que procuravam um lugar barato para montar seus estúdios, onde foi criado o conceito de loft. Atualmente com os preços dos aluguéis nas alturas, os artistas tiveram que sair do SoHo, dando lugar a boutiques caríssimas, lojas e grifes de estilistas de vanguarda.

SoHo...um dos bairros mais badalados de Nova York

NoLIta: A região ao leste de SoHo foi rebatizada de NoLIta, que significa North of Little Italy (ao norte de Little Italy), região de ruas estreitas ao redor da St. Patrick’s Old Cathedral, que antes era o coração da comunidade italiana em Nova York, hoje é o local onde a moda inovadora toma conta, repleta de pequenas e elegantes boutiques e lojas de designers de acessórios que fazem a alegria das compradoras que gostam do diferente e exclusivo.

St. Patrick's Old Cathedral

NoHo: O nome significa North of Houston (ao norte da rua Houston), localizada ao leste da Broadway e ao norte da Houston Street, é um bairo pequeno e moderno, voltado principalmente para os jovens, uma vez que dispõe de lojas, bares e restaurantes que estão na moda.

Greenwich Village: Também conhecido por “The Village” é um lugar super bacana da cidade para, simplesmente, caminhar e se perder por suas ruas. No início do século 20, as habitações baratas atraíram artistas que procuravam imóveis por um preço baixo. Intelectuais, escritores e alguns “rebeldes” mudaram-se para essa região criando por lá uma área extremamente boêmia. Os “rebeldes”, normalmente críticos sociais (dentre os quais haviam anarquistas e simpatizantes do comunismo) acabaram transfomando o Village numa área de conflitos. Foi aqui também que explodiu o movimento dos direitos dos homossexuais. Dentro do Village fica o West Village, a oeste da Seventh Avenue, que é o centro histórico da comunidade gay de Nova York, região repleta de cafés, restaurantes e lojas. Ao leste da Broadway, o Village se torna East Village, região com excelentes restaurantes, alguns étnicos são bastante econômicos, baladas da moda e boutiques que atrai um público mais jovem e ousado. A região entre West Village e East Village é simplesmente chamada de Village, onde fica localizada a New Yok University e o Washington Square Park. Hoje o Greenwich Village é um dos bairros mais caros para morar, o que atrai muitas celebridades, porém um dos mais animados, repleto de lojas, livrarias, cafés, bares e excelentes boates.

Washington Square Park

Midtown é a região localizada ao sul do Central Park e é superficialmente definida ao sul pela 26th Street e pela 59th Street ao norte. Região repleta de arranha-céus, como o Empire State Building e o Rockefeller Center, de comércios, de escritórios, Midtown é o coração comercial da cidade. É nessa área da cidade onde fica o ponto central de entretenimento da cidade, a lendária Times Square. Nessa espaço da ilha se localizam os seguintes bairros:

Vista do alto do Rockefeller Center

MeatPacking District: Localizado entre o West Village e o Chelsea, o bairro leva esse nome devido ao fato da região ser ocupada por matadouros e fábricas de processamento e embalagens de carnes. De um bairro deteriorado, a reduto de clubes de sexo e prostutuição nos anos 80. A partir dos anos 90 com a invasão de boutiques de grife, e excelentes restaurantes o bairro vem sendo restaurado e atualmente tem um dos comércios de rua mais chiques de Nova York, além de alguns dos restaurantes mais concorridos da cidade.

Chelsea: Localizado entre a 14th street e a 26th street e da Fifth Avenue até o rio Hudson, esse é um bairro sem nenhuma grande atração turística, mas nem por isso menos interessante. Local de uma das maiores comunidades gays da cidade o bairro é atualmente conhecido como Novo SoHo, em função das dezenas de galerias que migraram do SoHo para Chelsea a partir da década de 90. Hoje o bairro conta com galerias de artes, cafés, restaurantes e muitos clubes noturnos, daqueles famosos em Nova York por serem cercados por cordões de veludo. Para estes clubes convém ter reserva de mesa, ou chegar ao local muito bem vestido, assim quem sabe, te deixem passar por esses concorridos cordões. Nos píeres do rio Hudson (Chelsea Piers) há um complexo de diversão e esportes, com natação, patinação sobre rodas e sobre gelo além de diversos restaurantes.

Flatiron District: Animado bairro localizado ao sul do Flatiron Building, na 23rd street e ao redor da Madison Square até a 14th street. É onde está localizado um dos prédios mais famosos de Nova York e provavelmente o prédio que mais encanta turistas e fotógrafos até hoje, o Flatiron Building, com suas proporções bastante incomuns. Região repleta de bares, restaurantes e boates. É nessa região que se encontra a antiga Ladies’ Mile, na Sixth Avenue, entre as ruas 15th e 24th, atualmente repleta de lojas de grandes redes nacionais.

Flatiron Building

Theater District: Localizado entre a 40th Street e a 54th Street ao redor da Broadway Avenue onde a maioria dos teatros da Broadway se localizam, assim como teatros, cinemas, restaurantes, além de um conjunto de empresas importantes e redes de lojas nacionais. É nessa área também que fica a iluminada e super turistica Times Square.

Times Square

Midtown: Centro de negócios de Manhattan, onde se encontram grande parte das atrações de Nova York, essa região é dividida em East e West (Leste e Oeste). Midtown East é a área entre a 40th Street até a 59th Street ao leste da 5th Avenue, é aqui que se encontra Grand Central Station, uma bela estação de trens que merece a visita, o Chrysler Building e a St. Patrick’s Cathedral. Já Midtown West vai da 34th Street até a 59th Street a oeste da 5th Avenue, nesse lado encontra-se o Empire State Building, a New York Public Library, Rockefeller Center, o MoMA (Museum of Modern Art), dentre outros. Reserve um bom tempo para essa região.

5th Avenue, uma das avenidas mais famosas do mundo

Hell’s Kitchen: Região localizada dentro de Midtown West. Região que vai da 42nd Street até a 59th Street entre a Eighth Avenue e o rio Hudson. Abrigava matadouros e fábricas e atualmente foi descoberta por incorporadores imobiliários. Hoje o local conta com sofisticados e badalados restaurantes.

Uptown é a região mais ao norte da Ilha de Manhattan delimitado ao sul pela 59th Street. Dominada pelo Central Park, e pelos diversos museus que se localizam ao redor do parque, essa parte da cidade é constituida por três bairros bastante distintos.

Upper East Side: Localizado ao leste do Central Park e delimitado pelo rio East ao leste e pelas 59th Street ao sul e 96th Street ao norte, essa certamente é a região mais chique e luxuosa da cidade, especialmente a faixa entre a 59th Street e a 78th Street, entre a 5th Avenue e a Park Avenue, essa área é conhecida como Gold Coast. Ao longo de uma só milha na da 5th Avenue, encontram-se tantos museus que trecho é conhecido como Museum Mile. Esse bairro é repleto de belas e caras residências, consulados, galerias de arte e restaurantes.

Central Park

Upper West Side: Localizado a oeste do Central Park e delimitado pelo rio Hudson a oeste e pelas ruas 59th Street ao sul e 125th Street ao norte. A região que era tida como subúrbio algumas décadas atrás, hoje vem se sofisticando e abrigando moradores com perfil moderno e elegante, embora ainda distantes dos “vizinhos ricos’ do East Side. A região conta com bons restaurantes, além de diversos bares e cafés. A Central Park West (avenida ao longo do Central Park), conta com diversos prédios voltados para o parque, o sonho de consumo de muitos Nova-iorquinos. É aqui que está localizado do histórico Dakota, onde John Lennon morava e foi assassinado. Entre as atrações dessa região estão o Museum of Natural History (Museu de História Natural), um museu muito bacana que agrada todas as idades e o Lincoln Center, centro de artes onde você encontrará o que há de melhor em termos de ópera, jazz, balé, teatro e concertos. Já a Columbia University fica praticamente na divisa com o Harlem.

Museu de História Natural

Harlem: Localizado no extremo norte da Ilha de Manhattan a partir da 96th Street a leste do Central Park e da 125th Street a oeste do parque. Tradicionalmente um bairro de população negra, que já teve diversos problemas sociais, mas que atualmente vem sendo redescoberto. As casas estão sendo reformadas e a população vem crescendo constantemente. A vida noturna, os clubes de jazz e as atrações culturais atraem gente de toda a cidade, inclusive turistas. Um bom exemplo é a St. John’s the Divine Cathedral, que atrai centenas de visitantes todos os dias. Já a parte mais ao leste do Harlem é conhecido como East Harlem e é reduto dos imigrantes latino-americanos mais pobres.

St. John's the Divine Cathedral

Nova York é uma cidade da qual você dificilmente irá se cansar, há sempre alguma coisa nova acontecendo, e por mais que você já tenha visitado a cidade 4, 8 ou 15 vezes, toda vez que chegar lá, a cidade vai te surpreender de alguma forma, sempre terá algo novo, um restaurante, um show, um bar…não importa….A Big Apple é o “centro” do mundo, e como tal tem um astral único e muita energia, que só quem já esteve lá sabe como é….afinal não é a toa que a camiseta mais vendida pelas lojas de souvenir da cidade traz escrito “I Love NY”.

Big Apple....certamente merece a visita!

E você…já foi para Nova York? O que achou da cidade?

Boa viagem!!!

 

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Iowa…10 anos depois!

“Welcome home” foi com essas palavras que meu Host dad (pai do programa de intercâmbio) me recebeu assim que eu cheguei em “casa”, depois do resto da família ter ido me pegar no aeroporto.

Embora aqui não seja meu lar, posso chamar de meu segundo lar, pois embora tenham se passado 10 anos, quando cheguei aqui e começamos a conversar e a lembrar do que vivemos durante o período que eu estive aqui, foi como se esse tempo não tivesse passado.

Portanto…é bom estar de volta!

Iowa....10 anos depois!

Norwalk, a cidade onde morei 10 anos atrás...

Norwalk High School...10 anos depois...

Iowa é um estado tranquilo, eu diria até tranquilíssimo na região centro-oeste americana. O estado possui cerca de 94 mil fazendas, que ocupam mais de 90% do território. O estado é o maior produtor de milho dos Estados Unidos e possui o maior rebanho de suínos do país. A paisagem é de belos campos com plantações de milho, celeiros, casas perdidas no meio do campo e verde…muito verde! Por estes dados, já dá para entender porque a vida por aqui é tão pacata. Por vários lugares da capital, a cidade mais dinâmica do estado, Des Moines é possível ver “outdoors” com os dizeres: “Iowa, um lugar para se crescer”, ou ainda: “Iowa, o melhor lugar para se construir uma família”.

Paisagem típica de Iowa

Iowa e suas plantações

Des Moines é a capital e maior cidade do estado, e mesmo assim é uma cidade tranquila. São cerca de 200 mil habitantes na cidade e 600 mil na região metropolitana. É uma cidade quem vem crescendo consideravelmente, sendo um dos mais importantes centros da indústria de seguros nos Estados Unidos.

Des Moines

Centro de Des Moines

Sede da maior State Fair dos Estados Unidos (pelo menos é o que dizem por aqui), que atrai mais de 1 milhão de visitantes no mês de agosto, a festa é divertida e tradicional! E é certamente o maior e mais esperado evento do ano por aqui.

 

Iowa State Fair

Uma das dezenas de vaquinhas espalhadas pela feira

Butter Cow - A vaca feita de manteiga é uma das maiores atrações da feira, e esse ano completou 100 anos.

Iowa State Fair com suas centenas de tendas...

E que tal dançar um autêntico country americano?

Ainda em Des Moines fica o belíssimo prédio com domo central dourado do Iowa State Capitol (sede do governo do estado), o prédio impressiona pela beleza, especialmente à  noite quando a iluminação destaca ainda mais o prédio.

Iowa State Capitol

Iowa State Capitol

Ponte iluminada em Des Moines

Um dos lugares mais visitados no estado por turístas de todas as partes, é a cidade de Winterset, onde foi gravado o filme “As pontes de Madison County”, com Clint Eastwood. As charmosas pontes cobertas que aparecem no filme, estão todas aqui e datam do final do século XIX.

Covered Bridges em Winterset

Pontes de Madison County

Clark Tower - Winterset

Iowa definitivamente não está nos roteiros turísticos dos Estados Unidos, mas quem tiver a oportunidade de conhecer, certamente irá se encantar com as belas paisagens e com a tranquilidade típicas da região!

 

 

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Estados Unidos

Dois símbolos americanos

O segundo país mais visitado do mundo, ficando apenas atrás da França, tem proporções continentais. São quase 10 milhões de quilômetros quadrados divididos entre 50 estados, além de uma população de aproximadamente 308 milhões de habitantes, sendo os Estados Unidos a terceira nação mais populosa do mundo!

Tamanha grandiosidade permite ao viajante escolher os mais diferentes destinos, para todos os tipos de roteiros, seja lazer, esportes, negócios, praia, neve, aventura, descanso… Aqui existem opções para os mais diferentes gostos.

Para quem gosta de agito e diversidade, não existe lugar no mundo como Nova York. Uma das cidades mais cosmopolitas da terra oferece atrações para todos. De uma tarde de ócio no Central Park ou uma clássica visita a Estátua da Liberdade, até o agito e badalação dos musicais da Broadway.

Nova York

A capital Washington D.C. também merece destaque. A sede do governo da nação mais poderosa do mundo (apesar dos problemas, os Estados Unidos ainda se mantém na ponta) é uma cidade imponente, com prédios históricos como o Capitólio e a Casa Branca, monumentos e excelentes museus. Para quem gosta de história é imperdível.

Washington D.C.

Para quem gosta de praia e badalação, a Califórnia é um dos lugares preferidos. Estado de extremos contrastes, onde desertos escaldantes, montanhas de picos nevados, áreas selvagens e praias badaladíssimas têm lugar. Aos que procuram glamour, Hollywood e Los Angeles são perfeitas. San Francisco, a segunda cidade mais densamente povoada depois de Nova York, é considerada uma das cidades mais bonitas e charmosas dos Estados Unidos.

Califórnia

Para quem prefere natureza, os Parques Nacionais são um espetáculo à parte, onde os parques Yellowstone no Wyoming, Grand Canyon no Arizona, o qual é considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo, o Arches em Utah e o Yosemite na Califórnia merecem destaque e certamente a visita!

Grand Canyon

A diversão é garantida para toda a família na Disneyworld em Orlando, onde não faltam opções para as crianças nos mais diversos parques da região. Já os adultos podem se divertir a valer nos espetáculos de Las Vegas, além de tentar a sorte nos diversos cassinos da cidade. Não é a toa que a cidade é conhecida como a Disney dos adultos.

Disney...diversão para toda família

Las Vegas

A Flórida é disparado o destino mais visitado pelos brasileiros nos Estados Unidos. O clima agradável o ano inteiro, o sol, o mar, a praia, além dos parques temáticos atraem mais de 40 milhões de visitantes por ano. Miami é o destino perfeito para quem quer curtir a praia e fazer compras na terra do Tio Sam.

Miami

O maior estado em extensão territorial dos Estados Unidos é o Alaska, que tem duas vezes o tamanho do Texas. Apesar de todo o tamanho, apenas 1% do território tem algum sinal de presença humana. Conhecido como a última fronteira da América do Norte a paisagem inclui picos nevados, rios cristalinos, geleiras, ursos e claro, muita roupa.

Alaska

Um paraíso tropical isolado no meio do Oceano Pacífico, o Hawaí é considerado o destino mais acolhedor dos Estados Unidos. Paisagens exóticas, sol, mar, esportes aquáticos e o melhor surfe do mundo. A terra do “aloha” guarda paisagens e belezas indescritíveis, além da interessante cultura Polinésia.

Hawaii

Enfim, como dito anteriormente os Estados Unidos tem atrações e atrativos para todos os gostos! Agora é só escolher e boa viagem!

E você qual seu destino preferido nos Estados Unidos?

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Próximo Destino

É isso ai!! Hoje, estou embarcando rumo à terra do Tio Sam. Durante a viagem vou postar sobre os destinos por onde passarei, com informações e dicas sobre cada cidade.

Primeiramente vou à  Norwalk em Iowa - sim, eu sei…você deve estar se perguntando o que eu vou fazer em Iowa, afinal quase ninguém viaja para lá! – Mas eu estou indo visitar amigos que conheci, 10 anos atrás, quando fiz intercâmbio por lá. Ficarei hospedada na minha host family, a família que me acolheu naquele tempo. Além disso, durante esses dias que estarei por lá, vai acontecer a 10 Year Graduation Reunion, encontro de 10 anos da turma que terminou o segundo grau em 2001. Portanto, estou cheia de expectativas para essa viagem, pois terei a oportunidade de rever todas essas pessoas, e o lugar onde passei dez meses da minha vida.

Depois dessa parada em Iowa, sigo viagem por Nova York, San Fransciso, Las Vegas e Miami. Espero vocês aqui no blog para acompanhar mais essa aventura!

É pé na estrada e boa viagem!!

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TOP 10 coisas imperdíveis em Amsterdam

 

Quando estamos organizando uma viagem, é sempre bom fazer um planejamento do que queremos ver e fazer em cada cidade, economizando assim tempo e, muitas vezes, dinheiro. Amsterdam é uma cidade repleta de atrações, com museus onde normalmente se encontram longas filas, especialmente durante o verão, coffee shops espalhados pela cidade, além de encantadores canais, onde é possível se perder.

Se você está querendo visitar Amsterdam, mas ainda não sabe o que fazer por lá, confere essa seleção de 10 atrações/atividades imperdíveis para você aproveitar bem sua estada nessa capital surpreendente:

1 – Faça um tour pelos canais - Amsterdam é conhecida como cidade dos canais, portanto, deixar de ver a cidade por este ângulo é um desperdício. Entre num dos diversos tours que são oferecidos em diversos lugares, especialmente em frente à Centraal Station. É sempre bom dar uma pesquisada nos preços antes pois, provavelmente, você vai encontrar variação de valores nas diferentes empresas.

Não deixe de fazer um tour pelos canais


2 – Alugue uma bicicleta – Amsterdam também é conhecida como cidade das bicicletas, sendo esse, o meio de transporte mais comum entre os moradores. Só o estacionamento de bicicletas da Centraal Station comporta pelo menos, 8 mil magrelas! Alugar uma bike é a melhor maneira de conhecer e de se “sentir parte” em Amsterdam.

Algumas das bicicletas de Amsterdam

3 – Vondelpark – Este é o maior e mais famoso parque da cidade. Um lugar muito bonito, ideal para um passeio a pé ou de bicicleta, para um piquenique ou simplesmente para ficar “lagarteando” no sol. É aqui o lugar perfeito para você dar uma descansada entre as atrações da cidade.

Vondelpark

4 – Anne Frank Huis – Não deixe de visitar a casa onde Anne Frank escreveu seu famoso caderno “O Diário de Anne Frank”. Foi nesta casa que ela e sua família se esconderam durante o período da ocupação nazista. Bastante interessante e impressionante. Vá bem cedo ou 45 minutos antes de fechar, caso opte por outro horário, prepare-se para filas.

Anne Frank Huis

5 – Van Gogh Museum -Museu dedicado a um dos pintores mais influentes do século XX e certamente o mais célebre da Holanda. Esse museu acolhe grande parte das obras que o artista pintou ao longo de sua vida. São cerca de 200 pinturas e 500 desenhos. Prepare-se para as filas, especialmente durante o verão.

Van Gogh Museum

6 – Red Light District – Praticamente uma instituição em Amsterdam, o De Wallen, mais conhecido como Red Light District é imperdível! É aqui que ficam as famosas “prostitutas na vitrine”, mas não se acanhe, vale muito a pena dar uma passada nesta parte da cidade. Na Holanda a prostituição é legalizada então, as moças alugam as janelas e ficam ali expostas com suas roupas nada familiares. O lugar é tranquilo, mas fique atento aos seus pertences e tome cuidado com os vendedores de drogas que atuam na região. Ah….em hipótese alguma fotografe as mulheres nas janelas, se fizer isso você pode se meter em um problema sério!! O bairro também guarda atrações históricas como a Oude Kerk (Igreja antiga), que merece uma visita.

O lendário Red Light District

7 -Visite uma coffee shop – Para quem não sabe, as coffee shops de Amsterdam, são estabelecimentos onde o principal negócio da casa é vender maconha e/ou outras drogas leves. Nesses lugares a venda desse tipo de drogas em pequenas quantidades é legalizado. Mesmo que você não seja chegado nessa onda, assim como eu, vale a pena dar uma passada numa dessas coffee shops para ter uma idéia de como funcionam. O mais famoso dos coffee shops de Amsterdam, e também o mais turístico é o “The Bulldog“.

The Bulldog...

8 – Bloemenmarkt (mercado das flores) -Situado às margens de um dos canais mais antigos da cidade, o canal Singel, este mercado continua com sua caraterítica original, de funcionar em lojas flutuantes. Fundado em 1826 este é um dos mercados de flores mais famosos da Holanda. Por aqui é possível encontrar desde bulbos até belíssimas tulipas, além de uma variedade grande de souvenirs. Um lugar bacana e colorido, que merece uma visita!

Mercado de flores

9 – Monumento I AMsterdam - Suba no letreiro, fique entre as letras e tire milhares de fotos! Se quiser fotos onde só apareça você e o letreiro, vá muito cedo ou muito tarde!

Divirta-se

10 – Heineken Experience - Para os amantes de cerveja, o museu da Heineken é parada obrigatória! Localizado onde, antigamente, funcionava a fábrica da cervejaria, muitos dizem ser a melhor atração de Amsterdam (embora existam controvérsias). Aqui é possível “mergulhar” no mundo dessa cerveja, acompanhar a história da marca e da fábrica, o processo de produção, além de uma breve aula de “como tomar cerveja”, como se isso fosse necessário…risos. Uma das partes mais bacanas é quando se assiste um vídeo em 4D sobre a produção da cerveja, do ponto de vista de uma garrafa. Para finalizar, todo mundo que entra na “experience” tem direito a duas Heinekens estupidamente geladas (a cerveja mais gelada que eu tomei na Europa foi aqui) no bar, onde todo mundo se encontra ao final do “tour“.

Heineken Experience

Amsterdam reserva diversas atrações para os mais diferentes gostos. E você, tem alguma sugestão?! Deixe um comentário com sua dica imperdível!

 

 

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Albergues em Sevilha

Sevilha oferece diversas opções de hospedagem para viajantes econômicos, com qualidade superior ao que se encontra em Madri e o melhor, com preços menores. Separei algumas sugestões de albergues na cidade.

The Garden Backpacker (Calle Santiago 19, Sevilha)

Dormitórios a partir de 14,95 €.

Muito bom albergue, com 92% no rating do HostelWorld. Localização ok. Hostel limpo, organizado, com cozinha para os hóspedes. Internet e café da manhã inclusos na diária. Sexta-feira é o dia da paella, onde se come por um precinho bem convidativo. Alguns dias da semana servem sangria free! Tem uma excelente área comum, tanto interna quanto externa, com um belo jardim, onde são organizados alguns eventos noturnos. Tem acesso para cadeirantes. Organiza tours praticamente todos os dias e muitos deles são gratuitos. O staff tem fama de simpático e prestativo.

 

Samay Sevilla Hostel (Calle Menendez Pelayo 13, Sevilha)

Dormitórios a partir de 14,45 €.

Muito bom albergue. Com localização privilegiada no bairro de Santa Cruz, perto dos bares e da agitação. Esse é o hostel mais novo de Sevilha e tem 90% no rating da HostelWorld. O staff é formado por viajantes, o que normalmente é um ponto positivo. Os quartos são espaçosos e as camas são de madeira, o que garante um conforto maior. Limpo, organizado e com internet inclusa na diária. Não oferece café da manhã, mas tem cozinha equipada para os hóspedes. Tem um terraço muito bacana com vista da cidade. Organizam atividades como walking tours e tapa tours.

 

Oasis Backpackers’ Hostel Sevilla (Calle Compania 1, Sevilha)

Dormitórios a partir de 13,33 €.

Muito bom albergue, localizado na Plaza de la Encarnación. Tem 89% no rating da HostelWorld. Limpo, oferece quartos e camas confortáveis. Staff bacana, formado por viajantes. Café da manhã e internet inclusos na diária, embora a internet não seja das melhores. Cozinha à diposição dos hóspedes. Tem um bar bem bacana, com preços camaradas, especialmente durante o happy hour mas, infelizmente, fecha cedo. Organizam tours e jantares à noite, com destaque para paella. O terraço também é outro ponto a favor, com uma piscina, pequena, mas que faz sucesso, onde é possível se refrescar nos dias quentes. Uma peculiaridade dessa rede de albergues é o fato de trocarem trabalho por hospedagem, ou seja, tu podes trabalhar lá por uns dias em troca de hospedagem. Se o orçamento estiver muito apertado, vale a pena dar uma conferida!

 

The Living Roof (Calle Dos de Mayo 16, Sevilha)

Dormitórios a partir de 13,00 €.

Este bom albergue é, também, novo em Sevilha e tem 85% no rating da HostelWorld. Localizado no centro histórico da cidade, entre a Torre de Oro e a Plaza de Toros la Maestranza. Os quartos são limpos, mas as camas são de metal, portanto, não são das mais confortáveis. Área comum não muito grande, mas tem um terraço bem bacana, com uma vista incrível da Catedral de Sevilha. Café da manhã está incluso na diária, mas a internet é paga. Tem cozinha disponível para os hóspedes e um pequeno bar que não é muito animado porém, vale lembrar, bares e animação não faltam nas redondezas do hostel. Staff bastante prestativo, organiza walking tours.

 

 

 

 

 

La Caja Habitada (Calle Credito 20, Sevilha)

Dormitórios a partir de 18,00 €.

Bom albergue com 87% no rating da HostelWorld. Deixa um pouco a desejar na localização, fica no bairro Alameda, um pouco mais distante dos principais pontos de interesse da cidade, mas nada que não possa ser percorrido a pé. Esta mistura de hostel com galeria de arte é outra nova opção de hospedagem na cidade. Limpo, organizado, também oferece cozinha para os hóspedes. Café da manhã e internet inclusos na diária. As camas não são de madeira porém, são confortáveis. O único problema dos quartos é a falta de janelas, o que por vezes acaba causando mau cheiro. Tem um pequeno terraço, onde se pode confraternizar com outros viajantes. Este é um hostel bem mais tranquilo, ideal para quem quer economizar, mas que prefere ficar num lugar sem tanta agitação.

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Quanto custa em Sevilha?

Sevilha

Continuando com a sessão “Quanto custa?” do blog, segue abaixo os preços encontrados na capital da Andaluzia.

Albergues – variam de 11,00 € a 19,00 € (na alta temporada) e de 11,00 €a 18,00 € (na baixa temporada) em quartos coletivos.

Água – varia de 1,00 € a 2,90 € em bares e restaurantes e de 0,65 € a 1,50 € em supermercados e mercearias.

Alimentação – Um almoço com uma bebida sai entre 10,00 € e 15,00 €. Uma opção mais econômica são os lanches que giram em torno de aproximadamente 6,00 €. Paella no albergue sai pela barbada de 5,00 €. Uma janta sai em torno de uns 20,00 €. Se optar pelas tapas sai em torno de 15,00 €.

Sorvete – varia de 2,50 € a 3,50 €, um pequeno.

Cerveja - varia de 2,50 € a 4,50 €. No albergue normalmente tem o “happy hour“, onde duas saem o preço de uma, ou 2,00 € cada uma, em determinado horário.

Ônibus – 1 viagem sai por 1,50 €.

Catedral de Sevilha + Torre La Giralda – entrada para ambas 8,00 €. Audioguia 3,00 €. Abre de segunda a sábado das 11h às 17h. Nos meses de julho e agosto abre das 9h30 às 16h. Nos domingos das 14h30às 18h.

Reales Alcázares – entrada 8,50 €, estudantes (17 a 25 anos) 2,00 €, menores de 16 anos gratuito. Abre das 9h30 às 17h de outubro a março e das 9h30 às 19h de abril a setembro. Fechado nas segundas.

Casa de Pilatos - entrada 8,00 € para casa toda e 5,00 € para o primeiro andar, somente. Abre das 9h às 18h, e nos meses de março a setembro das 9h às 19h. Gratuito nas terças para quem é cidadão europeu.

Plaza de Toros La Maestranza – entrada 6,00 €. Abre das 9h30 às 20h, quando acontecem as touradas abre somente até as 15h.

Basílica de La Macarena – entrada gratuita, mas para o museu paga-se 4,00 € e estudantes 2,00 €. Abre das 9h às 13h e das 17h às 21h.

Torre del Oro – entrada 2,00 €, gratuita as terças. Abre de terça a sexta das 10h às 14h e sábados e domingos das 11h às 14h. Fechado nas segunda.

Show de Flamenco – para um bom espetáculo espere gastar pelo menos 30,00 €. Espetáculo + um drink 36,00 €. Espetáculo + tapas + drink 55,00 €. Espetáculo + jantar a la carte + drink 76,00 €.

Touradas – entradas variam de 10,00 € a 180,00 € (em média), dependendo da localização na arena e do toureiro em questão.

Vale lembrar que esses valores podem variar, é sempre importante fazer uma pesquisa atualizada, quando se estiver planejando uma viagem.

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Sevilha

Sevilha, a capital da Andaluzia, é a Espanha de raiz. Das fiestas, da siesta, do flamenco, das touradas e dos gritos de “olé“. Quarta maior cidade espanhola, com pouco mais de 700 mil habitantes. Bem-vindo ao coração da Espanha folclórica, onde tudo é mais quente, colorido, alegre, exagerado e apaixonante!

Terra das touradas

Sevilha é a terra do famoso conquistador Don Juan e de Cármen, cuja a dúvida entre o amor de Don José e o do toureiro Escamillo é conhecida em óperas do mundo todo, e inspiram muitos show de flamenco por toda Espanha.

O tempero especial de Sevilha é a herança árabe, uma vez que a região foi dominada pelos mouros por aproximadamente 800 anos. Foram os mouros que levaram ao país os azulejos, arcos, pátios, fontes, palácios além de terem influenciado fortemente um dos símbolos da cultura espanhola, o flamenco.

Berço do flamenco

Foi de Sevilha que Cristóvão Colombo, navegador genovês, partiu para descobrir o Novo Mundo, a partir do porto do rio Guadalquivir. E é aqui que estão seus restos mortais, na Catedral de Sevilha.

Túmulo de Cristóvão Colombo

Apesar de ser a quarta maior cidade da Espanha e capital da Andaluzia, Sevilha ainda mantém ares de cidade do interior, e pode ser traquilamente percorrida a pé (o que eu considero ideal), afinal só assim será possível captar todo o astral dessa cidade intensa. Mas prepare-se, pois a cidade ferve, literalmente, especialmente entre junho e setembro, quando as temperaturas alcançam facilmente os 40°. Quando estive lá em agosto, fazia 42° no começo da noite.

Sevilha

Aqui a siesta é levada a sério e a noite é longa, portanto não planeje começar suas visitas antes das 9h da manhã e nem ir às compras entre 13h30 às 16:30 (dependendo a época até às 17h30). As coisas por aqui parecem não ter pressa para acontecer, então entre no clima e aproveite tudo que a cidade tem a oferecer.

Comércio fechado no meio da tarde!

Comércio fechado na hora da siesta!

Sevilha conta com diversas atrações, mas a mais conhecida e o cartão-postal da cidade é a Catedral de Sevilha e a sua Torre La Giralda. Construída em estilo gótico a partir do século XV, sobre uma antiga mesquita moura do século XII, a Catedral de Sevilha é também conhecida como Catedral da Santa Maria da Sede. Atualmente é a maior da Espanha, e a terceira maior do mundo, ficando apenas atrás da Basílica di San Pietro no Vaticano e da St. Paul’s Cathedral em Londres. É belíssima e tem uma impressionante decoração interna. Vale destacar a Puerta de los Palos, que mostra o nascimento de Jesus, com Maria, José e os Três Reis Magos esculpidos em alto relevo. A tumba que guarda Cristóvão Colombo e o Pátio de los Naranjos.

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha

A torre da mesquita maior, La Giralda, foi mantida para ser transformada no campanário na nova igreja católica. Atualmente é um dos maiores símbolos da cidade. Com 97,5 metros de altura, foi a mais alta do mundo na época de sua construção, e hoje, segue oferecendo uma vista espetacular da cidade. Algo interessante por aqui, é que não há degraus para subir até a torre, mas sim rampas, por onde o encarregado de chamar os fiéis para oração subia com seu cavalo. A catedral e a torre foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1987.

La Giralda

Vista do alto da torre

Vista do alto da torre

Rio Guadalquivir visto do alto da torre

No alto da Torre La Giralda

A Basílica de La Macarena também merece uma visita, uma igreja neobarroca que foi contruída sobre o que era uma mesquita no século XIII. Nela está a imagem da Virgen de La Macarena, de Luisa Roldán, importante artista da escola de Sevilha. No museu em anexo estão os ornamentos utilizados sobre a Virgen de La Macarena durante as procissões.

Basílica de La Macarena

Outra construção que merece destaque em Sevilha é a Reales Alcázares. Grande exemplo da arte moura, uma vez que os mouros começaram a contrução no ano de 844. Mais tarde, os soberanos cristãos empregaram trabalhadores mouros para as reformas que foram feitas nesse majestoso palácio. Esse palácio foi utilizado por diferentes governadores árabes que passaram pela cidade. Vale a pena conferir o Palácio del Rey Don Pedro I, ornamentado com belos jardins. Caminhe pelo Pátio de las Doncellas, pela Sala de las Muñecas, passando pela Sala de la Justicia. São contruções de diferentes estilos e épocas, que dão uma idéia de todas as culturas e costumes que passaram pelo lugar.

Reales Alcázares - Palácio de Don Pedro I

Jardins do Reales Alcázares

Pátio de Las Doncellas

O palácio mais suntuoso de Sevilha depois do Reales Alcázares, é a Casa de Pilatos. A construção da edificação, adornada por preciosos azulejos em estilo mudéjar e com belos jardins, começou no século XV e foi completada no século XVI, pelo marquês Fadrique Enriquez de Ribera . Foi por causa de sua peregrinagem à Jerusalém, em 1519, que o palácio ganhou este nome. Conta a tradição que ao seu retorno, o marquês descobriu que a distância entre a sua casa e a igreja fora dos muros da cidade, chamada Cruz do Campo, era a mesma das ruínas da casa de Poncio Pilatos e o Calvário. Surpreso, Enriquez de Ribera estabeleceu o percurso com as quatorze estações da Via Crucis, onde a primeira estação, a casa de Pilatos, era a sua residência. Os sevilhanos acreditavam que o desenho da casa era uma cópia da casa de Pilatos, e é por este motivo que ela é conhecida por este nome.

Casa de Pilatos

O Parque María Luisa é um convite para relaxar, com seus caminhos, praças, mais de 3 mil árvores, flores, além de pavões reais, cisnes e patos. Ocupa um espaço de 40 hectares, da Glorieta de Adolfo Bécquer até a Plaza España. Foi construído como parte do Palácio de San Telmo, mas foi doado à cidade em 1893, pela infanta María Luisa. Só no início do século XX passou a ter verdadeira importância para Sevilha, quando foi sede da Exposição Ibero-Americana de 1929. São nos pavilhões da exposição que estão o Museo Arqueológico e o Museo de Artes y Costumbres Populares.

 

Parque María Luisa

Em frente ao parque está a Plaza de España, construída em ocasião da Exposição Ibero-Americana de 1929. Certamente um dos espaços mais espetaculares da cidade! A forma semicircular, representa o abraço da Espanha às suas antigas colônias, a localização, de frente para o rio Guadalquivir, que representa o caminho para a América. Sua construção iniciou-se em 1914 e foi concluída em 1928. Decorada com tijolos à vista, mármore e cerâmica, que dão um toque renascentista e barroco às suas torres. As quarenta e oito províncias espanholas são representadas pelos bancos apoiados às paredes e ornamentos em cerâmica (em ordem alfabética); sobre esses, mapas e mosaicos com eventos históricos e os brasões de cada capital de província.

Plaza de España

Plaza de España

Plaza de España

Plaza de España

O Ayuntamiento (Prefeitura) de Sevilha, tem duas fachadas: uma em estilo neoclássico, de frente para Plaza Nueva e a outra em estilo renascentista com detalhes em prata, de frente para a Plaza de San Franscisco. Praça onde aconteciam os julgamentos públicos que eram promovidos pela Inquisição. Sua construção começou no século XV e é um exemplo da arquitetura plateresca. Mais tarde, no século XIX, foi ampliada com a utilização de elementos renascentistas. Em seu interior, uma coleção com obras de arte que datam dos séculos XVI ao XIX, de artistas como Juan Espinal, Valdés Leal e Zubarán. Não deixe de conferir esse imponente prédio no centro da cidade.

Plaza Nueva

Ayuntamiento

Ayuntamiento

Uma caminhada indispensável para quem visita Sevilha é entre os bairros El Arenal e Santa Cruz. É nesse espaço que as coisas “acontecem” na cidade. Restaurantes e bares onde tanto os locais como os turistas se encontram e se divertem, seja provando algumas tapas ou bebendo uma sangria. Nessa região encontram-se estabelecimentos bastante tradicionais na cidade, como o El Patio Sevillano, um restaurante todo decorado com azulejos, especializado em diferentes tipos de arroz, incluido a paella, obviamente. À noite apresenta espetáculo de flamenco. Outra opção é Mercado de Arenal, onde os preços são bem atraentes, e os jovens se reúnem especialmente nos finais de semana. Não deixe de dar uma caminhada pelas margens do rio Guadalquivir, tanto de dia, para admirar a paisagem, quanto à noite, para aproveitar os muitos bares que estão localizados por ali. Quem ficar em albergue, tem sempre alguma opção de atividade noturna organizada pelo hostel antes de “começar” a noite!

Paella no albergue

Hmmmm...delícia

Galerinha do hostel

Na margem do rio Guadalquivir, está a Torre del Oro. Um dos monumentos mais conhecidos de Sevilha, é uma torre militar construída pelos Almóadas no século XIII para evitar possíveis invasões pelo rio. Posteriormente serviu como prisão. A torre originalmente era coberta com telhas de ouro, por isso o nome. Seguindo pelas margens do rio em direção a Plaza de Armas chega-se a Plaza de Touros La Maestranza.

Torre del Oro

Rio Guadalquivir

Como mencionado no post sobre Madri, as touradas na Espanha acontecem de março a outubro, mas o auge dos espetáculos acontece na Feira de Abril, que dura uma semana. Nesse período é possivel ver os melhores e mais famosos toureiros em ação. Mas mesmo que você vá fora da temporada das touradas, ou não esteja disposto a assistir uma delas, a Plaza de Toros La Maestranza merece uma visita. Tem forma de um polígono irregular, já que sua construção foi ampliada e modificada durante cerca de 120 anos. Atualmente tem capacidade para 14 mil pessoas. Sua fachada é barroca e foi construída no século XVIII. Por suas características e fama, é conhecida também como a Catedral del Toreo. É a segunda arena mais importante do país, atrás somente da Plaza de las Ventas, de Madri. Aproveite para visitar o Museo de la Real Plaza de Toros, com objetos como indumentárias e obras de arte relacionados com a atividade, desde o século XVIII, além da cabeça de alguns touros, bravos o bastante para merecerem estar ali pendurados, segundo contam os guias do local.

Plaza de Toros La Maestranza

Plaza de Toros La Maestranza

Plaza de Toros La Maestranza

Berço do flamenco, opções de espetáculos não faltam em Sevilha. Não deixe de assistir a um deles quando estiver na cidade. Um dos melhores é o Los Gallos, mas outros merecem destaque, como o El Arenal, o Palacio Andaluz, e o El Patio Sevilhano. Todos estes são flamenco profissional e apresentam um belo show. Mas existem outras opções na cidade, para orçamentos mais apertados, como o La Carboneria.

Espetáculo de Flamenco

Não deixe de assistir a um show de flamenco

Ir à Espanha e não ir à Sevilha, é uma falha! Visite a cidade e aproveite o melhor da tradição espanhola em seus bares de tapas, tome uma sangria e perca-se nas suas noites animadas e nas ruazinhas do bairro Santa Cruz, aproveite para conhecer o viváz povo sevilhano. Não deixe de visitar a Catedral de Sevilha e a Plaza de España. Assista um espetáculo de flamenco e divirta-se nessa cidade com um astral único!!!

Boa viagem!

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Albergues em Madri

Bom, chegando na Espanha, os albergues já não são tão bons quanto em Portugal, afinal lá estão os melhores do mundo, mas é possível encontrar boas opções de hospedagem barata. Eu fiquei num albergue bem bacana, e selecionei outras opções para ajudar na hora de procurar um hostel em Madri. Segue abaixo algumas sugestões!

Way Hostel (Calle Relatores 17, Madri)

Dormitórios a partir de 15,00 €.

Muito bom albergue, super bem localizado, fica a poucos metros da estação de metrô Tirso de Molina, próximo da Puerta del Sol e da Plaza Mayor. O hotel é gerenciado por hermanos argentinos muito simpáticos, que tem sempre um mate pronto na recepção. Outra curiosidade desse hostel em plena Espanha é que ele oferece aulas de Tango. Tem 90% no rating do HostelWorld, este é o albergue com as melhores recomendações de Madri. Albergue limpo, que conta com café da manhã e internet inclusos na diária. Tem cozinha disponível para os hóspedes. É um local bem animado, que organiza atividades todas as noites, que vão desde o tradicional pubcrawl, passando por um tour de tapas, show de flamenco e aulas de tango. Eu fiquei no quarto para 4 pessoas, e era muito bom, pois eram 4 camas e não beliches.

HostelOne Centro (Calle Carmen 16, Madri)

Dormitórios a partir de 13,00 €.

Bom albergue, tendo como ponto forte a localização. Fica entre a Puerta del Sol e a Gran Vía. É um hostel organizado por viajantes, sendo assim, eles sabem o que as pessoas precisam, e o staff é muito atencioso. Tem 87% no rating do HostelWorld. É limpo, tem cozinha equipada liberada para os hóspedes, além de um supermercado bem pertinho do albergue, para os que pretendem cozinhar. As camas são boas, mas é um pouco barulhento durante a noite. Internet inclusa, mas não tem café da manhã. Há relatos de roubos no hostel, portanto tenha cuidado e deixe suas coisas bem trancadas no locker, ou cadeadas na mochila.

Cat´s Hostel (Calle Cañizares 6, Madri)

Dormitórios a partir de 15,00 €.

Hostel com 80% no rating da HostelWorld. É definitivamente um “party” hostel. Albergue razoável, bem localizado, porém não espere muito conforto, limpeza ou tranquilidade para dormir. Banheiro estilo vestiário. Para os que viajam para fazer festa é o lugar ideal. Café da manhã e internet inclusos na diária, porém há relatos de que a WiFi não funciona. Organizam atividades praticamente todas as noites, como tapa tours, pubcrawls, além da “Paella Party“, que acontece todos os sábados, onde a paella é free.

Mad Hostel (Calle Cabeza 24, Madri)

Dormitórios a partir de 15,00 €.

Bom albergue, localizado entre a estação de metrô Tirso de Molina e Antón Martín. É relativamente limpo (mas não espere as coisas brilhando e os banheiros limpos o tempo todo). Tem 78% no rating do HostelWorld. O staff tem fama de não ser dos mais simpáticos e as camas não são muito confortáveis. Em compensação o café da manhã e a internet estão inclusas na diária. Tem um terraço com uma “micro” academia, para os que gostam de fazer algum tipo de exercício. Não é dos lugares mais animados, mas eles organizam pubcrwals. Não é permitido entrar com bebida alcoólica e o hostel não tem bar.

 

Equity Point (Calle Cruz 3-5, Madri)

Dormitórios a partir de 10,00 €.

Albergue razoável, com 78% no rating do HostelWorld. Grande, com mais de 100 quartos, que vão suites individuais a dormitórios com até 5 camas. Localizado próximo a Puerta del Sol e da Calle Mayor, próximo a muitos bares e restaurantes. Razoavelmente limpo, tem banheiro em todos os quartos, porém não tem lockers. Café da manhã e internet inclusos na diária. Não é nada animado, mas é bem barulhento especialmente durante a noite. Embora tenha dormitórios, não é um lugar muito indicado aos mochileiros, e viajantes que queiram conhecer e interagir com outras pessoas.

 


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